Rosiane Marques, Advogado

Rosiane Marques

Aracaju (SE)
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Sobre mim

Advogada militante em Sergipe
Advogada correspondente.
Militante no Estado de Sergipe nas áreas cível, de família, penal, consumerista, trabalhista, imobiliária, previdenciária.

Faço consultoria jurídica.

Nomeada como advogada dativa na comarca de Umbaúba/SE.

Grande atuação extrajudicial, junto a cartórios com procedimentos como usucapião e inventário extrajudicial.

Trabalhando sempre com dedicação e eficiência para desempenhar a melhor prestação de serviços jurídicos para os clientes.

Pós graduação em Direito Penal e Processual Penal (em curso).

Eterna estudante... Direito é uma paixão!

Principais áreas de atuação

Correspondência Jurídica

Serviços prestados
Peças
Recursos
Exame de processos
Análises
Audiências
Conciliação

Comentários

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Rosiane Marques, Advogado
Rosiane Marques
Comentário · há 8 anos
Recentemente li um "post" em certa rede social, falava sobre não ser necessária a inscrição na OAB para exercer função de Defensor público... comentei, me posicionando contrária a tal prática, pois se um Defensor Público não é um advogado, então terei que rasgar o meu Diploma! Lógico que muitos concordaram com o meu "protesto", outros, porém, discordaram sob o argumento de que "a prova para Defensor é bem mais difícil do que o Exame da Ordem. Não era esse o tema da polêmica, mas adentraram nessa vertente. Logo, me posicionei dizendo que se a prova da Defensoria é mais difícil, quem quer fazê-la não tem o porquê temer a prova da OAB, baseada no princípio de que" quem pode o mais, pode o menos "...

Essa polêmica quanto à realização do Exame da Ordem é bem antiga, desde quando adentrei aos bancos da faculdade, ouço um ou outro estudante falando que é uma prova desnecessária, visto que outras profissões igualmente importantes não possuem esse tipo de avaliação para habilitar o profissional a exercer a sua profissão. Confesso que seria interessante que todas as profissões tivessem uma prova de habilitação ao exercício profissional. Seria bem justo e seria bom para a sociedade como um todo, desde que o Exame não fosse só para" enriquecer um órgão de classe "- outra justificativa para os que são contrários à referida prova.

O fato é que a prova da OAB não capacita ninguém para advogar, porque na prática da advocacia tudo é muito diferente das teorias aprendidas nos livros. Porém, o exame faz um filtro, quanto aos que ao menos têm disciplina para se dedicar por um objetivo: a aprovação. Isso também serve nos concursos públicos em geral. E resta inegável que muita coisa é aprendida, relembrada ou esclarecida durante a preparação para o temível exame, quando as faculdades pelo Brasil a fora deixam a desejar...
Na verdade a prova apenas constata aqueles que estão mais preparados para não dar prejuízos latentes aos seus clientes. Contudo, ainda há uma gama de advogados (as) no país fazendo as mais absurdas atuações profissionais, por exemplo:
- certa feita, li um despacho de um juiz acerca de uma defesa, que assim dizia:"Li, reli e não entendi"
- em outra oportunidade, o juiz emitiu um despacho perguntando ao causídico como ele conseguiu contestar a sua própria peça processual...
- noutro momento, um colega fez uma petição de juntada solicitando a remarcação de uma audiência pois estava com viagem marcada para assistir aos jogos da seleção nesta última copa....

Considero, com esses exemplos (tenho muitos outros, rs), que a qualidade dos cursos de Direito existentes no nosso país é muito precária, alie-se a isso, por vezes, o desinteresse do próprio aluno, que, ao começar os estudos não se dá conta da grandiosidade e da responsabilidade que é lidar com o direito alheio e ser Indispensável à administração da Justiça... E, havendo tal filtro (o Exame), já podemos ver coisas absurdas no cenário jurídico brasileiro, imagino se não houvesse a tal prova...
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Recomendações

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Christina Morais, Advogado
Christina Morais
Comentário · há 8 anos
O cara contestou literalmente, atendendo ao prazo da parte adversa para contestar, ou apenas apresentou argumentos contraditórios na impugnação, que pareceram que estava contestando a prórpia inicial? Porque no segundo caso, acho ainda pior que no primeiro. No primeiro caso, eu acho que pode ser serviço de escritório grande viu. Esses de advocacia de massa soltam pérolas direto. O volume é gigante e o advogado não conhece nem o nome dos clientes de cor. Pra correr e fazer carga no prazo do outro e nem ler a inicial, jogando ali um copia e cola de contestação pronta para aquela natureza de ação, pouquíssimo custa. Já vi muita coisa estranha em processos onde a outra parte é assistida por escritórios de advocacia de massa. Inclusive nas próprias procuradorias, sai muita pérola. Recentemente, uma autarquia prestou esclarecimentos em um mandado de segurança falando de outro caso. Eu li, reli, não entendi, que nem o juiz citado aí. Mas no final vi que minha cliente era mencionada como pessoa do gênero masculino algumas vezes. E matei a charada. Mas lá no preâmbulo, copiaram e colaram direitinho o número do processo, e nomes das partes. Nada do resto, no entanto, foi adaptado ao caso concreto. E olha que estamos falando da elite na advocacia. Até eles dão essas bicudas. Para se considerar inepto o advogado, segundo o Estatuto (Ou CED, não lembro de cor agora), erros grosseiros precisam ser reiterados. Mas eu entendi o que vc quis dizer sim. Temos visto muita gente ruim de serviço no geral.
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